Escolher entre o amor velho e novo amor

Amor, Paz e Alegria. Amor, o único pão que nos mantém fortes em direção ao nosso céu! Não fomos educados para nos amar, mas, para buscar o amor fora de nós, mas se estão todos buscando fora também, esse amor vai ser difícil de se encontrar. O Amor sempre foi e sempre será o único caminho, seja para o que for que necessitemos. A parábola do filho pródigo nos coloca diante da tensão existente entre o amor e a liberdade, dois dos maiores anseios do coração humano. O filho mais novo queria a liberdade; o mais velho, ser amado. A tensão se explica pela aparente contradição na experiência da liberdade e do amor. O senso comum define a… Nós fomos educados para “funcionarmos” pelo medo. Medo de não ter o que comer, onde morar, o que vestir, medo de falta de segurança, de não ser aceito, amado, respeitado ou até admirado. Porque des… O caso de Helena, por exemplo, é diferente porque ela era muito apaixonada pelo Laerte, mas ele era inviável, ela o perdeu traumaticamente e ficou com o outro amor. Cada história tem um modelo ... 28/ago/2020 - Conteúdos sobre relacionamentos, namoros, casamento, vida a dois, amor e paixão. Confira, reflita, se inspire e compartilhe com seus amigos. O Segredo - Unidos Somos Um. Veja mais ideias sobre Amor e paixão, Vida a dois, Amor. O 'novo amor' torna-se 'velho' e qual é base de sustentação para o atual e o novo relacionamento? Não estou dizendo para terminar ou não terminar o seu atual relacionamento, mas ir mais a fundo na compreensão do contexto dos desentendimentos atuais - até para não perpetuá-los em novos relacionamentos. Quando você ficou mais velho, você foi ensinado como se encaixar na sociedade. Em algum lugar entre seus sonhos e a realidade é necessário que você se encaixe e redescubra o que te faz feliz, e é aí que você vai encontrar um novo amor que é digno de seu tempo, esforço e recursos. É importante que você e seu parceiro tenham afinidades.

Midnightdoor

2020.03.13 08:56 mateusSvalente Midnightdoor

me chamo mateus S valente, e a um tempo venho escrevendo algo, não achei nenhum lugar para postar, então vou postar aqui, eu não sou bom em português, nenhum pouco, não conheço regras de contos, historias ou romances, eu só quero contar uma historia, conforme eu for pensando mais, eu edito e boto mais.
OBS: todas as musicas que forem citadas, pfv, escute elas na leitura em que são citadas, para sentir os sentimentos que senti enquanto eu escrevia.
Midnightdoor.
Durante a meia noite, aqueles que tem insônia, aqueles que choram, aqueles que sentem medo, escutam um barulho ranger, o barulho de uma porta, mas não veem nada, ela apenas aparece para aqueles que fizeram sua escolha, um deles é claus, ele tem 20 anos, bastante triste com sua vida, mas ele sabe que não devia ser triste ele apenas é triste, tem amigos, tem família boa, um bom emprego, mas aquela noite, enquanto escutava "danse macabre", sua mão balançava uma arma, a qual ele não fazia ideia de como conseguiu, ele apenas começa a dançar e ele pensa... a tristeza não vai embora, acho que eu devo... e antes de completar a frase um ranger bem devagar, faz ele sorrir, achando que veio alguém lhe abraçar, ele fica surdo, mas vê outra porta alem da do seu quarto, e anda própria em direção como se tivesse encontrado um velho amigo.
Outro deles se chama Emanuel, 26 anos, ele, bom ele já tinha problemas, tinha muitas contas, perdeu o emprego, não tem como pagar a faculdade, ele era bastante feliz, ele ainda pode ser feliz, mas aquela situação, 4 dias sem almoçar, sem jantar, 2 dias sem dormir, o aluguel atrasado, mas engraçado, enquanto estava indo pra casa, alguém lhe deu uma pequena garrafa de uma cachaça muito forte, enquanto bebia sentado em sua cama, ele só quer que aquilo acabe, ele vai ate a janela do seu kitnet(termo para quarto alugado), é o quarto andar, tem um barzinho na frente, esta tocando uma musica, a musica ?, "tudo que você podia ser", ele não pensa duas vezes, ele vai se jogar, escuta pequenos sussurros, e a mesma historia se repete, ele olha para trás, e apenas vai andando em direção a porta.
"Preciso me encontrar", tocava em seu carro, seu nome é Elias, 24 anos, sua mulher acabou de morrer, ela tinha uma doença incurável, ele não tinha dinheiro pro tratamento, ele não podia fazer nada, ele apenas ficou sentado todos os dias do lado dela, esperando junto com ela, ele prometeu, que ela não estaria sozinha nem nesse momento, e nem do outro lado, porem quando as maquinas deram o sinal, ele não olhou para ela mais, pois ela não estava mais ali, ele não falou com os médicos, ele correu para o seu carro, e seguiu estrada em alta velocidade, ate chegar em uma estrada deserta, ate que teve que frear bruscamente, pois viu como se alguém tivesse em sua frente, ele saiu do carro, e viu que mais a frente tinha uma porta, e para ele, o amor dele estava do outro lado.(AMO VOCÊ - TIM MAIA)
toda noite uma porta se abre quando alguém toma uma decisão, pode ser a consequência de suas ações, ou apenas outra saída para seus problemas, a verdade é que a porta escolhe você, mas ninguém sabe o que esperar do outro lado.
Os três.
Três jovens de 20 entre 26, em um quarto escuro, Claus pergunta- isso é o outro lado ?. Emanuel responde- eu não sei. Tinha mais alguém no quarto, Elias sente um uma respiração ofegante em sem ombro, o medo não deixa que ele olhe para trás, e então ele escuta, Solitários é meu nome, e então eles olham ao mesmo tempo em direção a voz, e se deparam com um ser de aproximadamente 3 metros de altura, corcunda, quase andando em quatro patas, a pele cinza, e olhos que brilhavam que quase iluminavam o quarto todo, Solitários fala - estou aqui a tanto tempo, e é a primeira vez que a porta me manda alguém, eu estou com fome a muito tempo, mas infelizmente, meu alimento só vem de um de vocês. Solitários aponta para Elias, Solitários fala - o medo, me alimento de medo, de quem tem medo, e a criatura avança em cima de Elias que na mesma hora em um piscar de olhos é puxado por outra porta, sobrando apenas Solitários e os 2 jovens, alguns minutos de silêncio, Solitários grita "VOCÊS ME TORTURAM TANTO, POR QUÊ ?", a criatura cai aos prantos, quando outra porta se abre e puxa Emanuel, sobrando Claus, que pergunta de Solitários como ele parou naquele lugar, Solitários responde, eu era apenas um camponês, uma noite, uma bruxa do vento, me conquistou, deitou comigo e me amaldiçoou, me transformou nisso que eu sou, me fez devorar meus irmãos e meus pais, eu ia me jogar no mar, porem eu entre na porta e estou aqui, Claus começa a sentir seu corpo queimando, ele vê sua pele rasgando, mas ele não sente nada, tudo acontece tão rápido, ele assume uma forma demoníaca, chifres, olhos escuros, pele vermelha, uma aparência mais magra, e pergunta o que está acontecendo ?, Solitários responde - AH NÃO, eles, as vozes me falaram que existe aqueles que roubam a pele dos novos nascidos, alguém roubou sua pele, e fez você assumir a forma de um demônio, agora você não pode vagar pelo mundo dos nascidos da luz, Claus Responde - eu pre..preciso sair daqui, eu... Solitários responde - as vozes falaram que você pode me levar com você, você só precisa beber meu sangue, então apos pensar bastante, claus bebe o sangue, e passa a escutar as vozes também, solitários começa a sumir como areia em ventania,(musica dica london calling) as vozes explicam que Solitários havia se tornado um espectro, e por isso não podia sair do quarto, agora com Claus as vozes podiam chamar a porta, e levar eles ao especifico ladrão de peles, que naquele lugar, era conhecido como O Rei Azul, o destruidor de continentes.
Claus e os 12 guerreiros do Rei Azul.
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2020.03.09 02:32 altovaliriano Jon Snow (Parte 1)

Jon Snow (Parte 1)
Sabendo que eu não conseguirei escrever o texto sobre Jon Snow para o "Domingo de Personagens" de hoje, resolvi compartilhar um texto que eu já havia escrito há algum tempo em meu blog.
Por outro lado, como eu estarei longe nos próximos dois domingos, muito provavelmente a Parte 2 sobre Jon Snow vai ficar para o dia 29/03.
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Paralelos e presságios: Aegon V e Jon Snow

Este artigo foi elaborado com base no excelente texto Hidden Dragons: Parallels between Aegon V and Jon Snow de autoria da usuária dornishdame, do fórum do site Westeros.org.
Tudo aqui pressupõe que Jon Snow é filho de Rhaegar e Lyanna.
(Legendas: GRRM = o autor, George R. R. Martin; DC = Depois da Conquista de Aegon)
Egg (Aegon V) e Jon Snow são trisavô e trineto e nunca se conheceram, pois Egg morreu em Solarestival em 259 DC enquanto o pai de Jon (Rhaegar) nascia. Ocorre, porém, que suas histórias são tão semelhantes que poderiam ser contadas em paralelo.
Dessa forma, analisarei a seguir essas semelhanças e demonstrarei que por meio delas somos capazes de confabular sobre o futuro dos contos de Dunk & Egg. E já que GRRM mencionou que ainda podem vir até mais nove histórias dessas, um pouco de reflexão premonitória pode vir a calhar.
1. Criação e juventude
Aegon era o quarto filho de Maekar I, que por sua vez também era o quarto filho do Rei Daeron II, e passou sua infância em palácios reais como um improvável herdeiro ao trono, enquanto que Jon foi criado em Winterfell como filho bastardo de Eddard, fazendo parte de sua família apenas informalmente, sem nenhuma perspectiva de entrar legalmente para a linha hereditária dos Stark.
Contudo, ainda que por razões distintas, a ambos a ocultação da identidade é um tema comum – com a pequena diferença de que Aegon V, ao contrário de Jon, sabia quem era desde que nasceu e havia vivido de acordo com sua posição social a maior parte da vida (uma questão que, no que se refere a Jon, ainda permanece em aberto).
Aegon se disfarça de Egg, um simples escudeiro de um reles cavaleiro andante, para poder viajar incógnito por Westeros e poder amadurecer em contato com pessoas comuns que o tratam como se ele fosse apenas um deles. O amadurecimento de Jon também acontece em razão das pessoas não o enxergarem como alguém de importância, mas ele, ao contrário de Aegon, é absolutamente ignorante de suas origens. E a farsa de seu parentesco não só o condiciona a encarar Eddard como seu modelo parental (ao invés de Rhaegar), como também afeta as expectativas que os outros têm dele, em razão de ser um descendente de Ned.
De todo modo, tanto Egg quanto Jon cresceram sabendo que eram figuras pouco importantes nas cortes que habitavam, e talvez em razão de disso sejam ambos marcadamente observadores. Deveras, logo em seu primeiro capítulo em “A Guerra dos Tronos”, Jon demonstra habilidade para decodificar as cortesias vazias de Eddard e Cersei e vaticina “um bastardo tinha de aprender a reparar nas coisas, a ler a verdade que as pessoas escondiam por trás dos olhos“. Egg, por sua vez, rapidamente percebe que há algo errado no Torneio de Alvasparedes em “O Cavaleiro Misterioso” e desvenda antes de Sor Duncan que o evento é apenas um palco para uma rebelião Blackfyre.
No entanto, essa natureza observadora com costume cede à miopia inerente à juventude. Por essa razão que há um paralelo entre a afirmação de Egg no sentido de que preferiria ser um cavaleiro da Guarda Real do que se casar com uma garota com a também irrefletida afirmação de Jon de que não se arrependeria de não ter tido uma mulher antes de entrar para a Patrulha da Noite.
Ainda assim, nenhum dos dois é imune às próprias aspirações e são impulsionados pelo desejo de crescer em importância, apesar de que não sem uma boa dose de esnobismo. De fato, Egg repetidamente sugere a Dunk para usarem a “bota” (onde se esconde o anel com o brasão de seu pai) e deixarem que o nome de sua família facilite seu caminho, assim como Jon acha que os laços familiares com Benjen serão sua porta de entrada para as patrulhas de seu tio logo que chega a Castelo Negro.

Brasão de armas pessoal de Maekar. A \"bota\" de Egg.
O sentimento de superioridade e prerrogativa, decorrente da crença de que seu sangue deveria ser suficiente para conseguir o que querem, é um reflexo comum a Egg e Jon quando se trata do primeiro contato com pessoas que não desfrutaram das mesmas vantagens que eles.
De fato, a princípio Aegon fica horrorizado quando é requisitado a servir os aprendizes em “A Espada Juramentada”, e Jon inicialmente se acha melhor do que os recrutas com quem ele treina em “A Guerra dos Tronos”. Porém, lá estavam Sor Duncan, o Alto, e Donal Noye, respectivamente, para lhes relembrar das vantagens advindas da criação de um membro da nobreza. Felizmente, tanto Egg quanto Jon são rápidos em absorver essa lição: Aegon fala da troca de conhecimento com os plebeus, e Jon faz as pazes com seus novos irmãos, oferecendo-se para ajudá-los a treinar.
2. Em posição de comando
Meistre Aemon, o único Targaryen que conheceu bem os dois homem, sem mesmo saber que Jon era parente dele e de Aegon, os conectou por meio de um conselho: “mate o menino e deixe o homem nascer”. Aemon deu este conselho a ambos antes de deixá-los (primeiro de Vilavelha para a Muralha, depois da Muralha para Vilavelha). e sabemos que ao menos Jon foi marcado por ele.
O modo como Aegon e Jon são alçados ao poder também os une. Aegon foi aclamado rei em um Grande Conselho e Jon foi eleito Lorde Comandante por seus irmãos juramentados. Eles foram escolhidos para a liderança, mesmo diante da existência de outros candidatos mais velhos. Isso não quer dizer que nenhum dos homens possuísse habilidades de liderança (claramente não possuíam), mas simplesmente que o papel que assumiram não era aquele que a princípio acreditavam que assumiriam.
Com efeito, enquanto que a possibilidade de Egg assumir o trono somente surgiu diante da recusa de seu irmão mais velho, Aemon, tudo que Jon tencionava em “A Guerra dos Tronos” ao se juntar à Patrulha da Noite era se tornar um patrulheiro. A ideia de chegar a Lorde Comandante nunca ocorreu a Jon até Sam sugerir que essa seria a razão pela qual Jeor Mormont o escolheu para ser seu intendente.
Como governantes, nenhum dos dois favoreceu a hipocrisia, pois ambos sabiam que não deveriam esperar daqueles por quem eram responsáveis algo que nem mesmo eles conseguiram fazer. Assim, por ter se casado por amor, Aegon permitiu que seus filhos seguissem seus corações e rompessem os compromissos que ele havia arranjado, sem renegá-los por isso (salvo a remoção do Príncipe das Libélulas da ordem de sucessão).
Por outro lado, por não ter mantido seu voto de celibato, Jon reconhece em “A Dança dos Dragões” que não poderá exigir o mesmo de seus irmãos juramentados e entrevê o perigo que a Torre de Hardin (onde as esposas de lança selvagens estão estabelecidas) representa em Castelo Negro.
Assim, ambos podem ser considerados líderes conscientes das fraquezas humanas, próprias e alheias, especialmente no que diz respeito à família, haja vista que Jon comete atos impensados na tentativa de resgatar a garota que ele acredita ser Arya, e que Aegon, apesar de ter punido um dos filhos, não tentou desfazer seu relacionamento ou o exilou da Corte.
O reinado político de Aegon foi caracterizado por reformas que favoreciam os comuns ao invés dos grandes senhores de Westeros, razão pela qual esses atos foram objeto de controvérsia e resultaram na perda de apoio do Rei, o que, no fim, lhe impediu de implementar as verdadeiras mudanças que tanto desejava.
Da mesma forma, o mandato de Jon Snow como Lorde Comandante da Patrulha da Noite está repleto de conflitos conforme ele tenta instituir políticas controversas que acabam dividindo a organização que ele lidera. Suas decisões de permitir que os selvagens passem pela Muralha e de nomear Couros para Mestre de Armas são recebidas com horror por parte da classe de oficiais.
Um paralelo também pode ser feito aqui. Jon e Aegon foram educados em ambientes de contraposição aos interesses dos Selvagens e Plebeus, respectivamente. E, no entanto, o tempo em que Aegon passou como escudeiro para um Cavaleiro Andante e o tempo de Jon como agente disfarçado nas terras além da Muralha, serviram para que ambos respeitassem e valorizassem esses grupos e passassem a vê-los como pessoas que merecem proteção. E esse respeito é escarnecidos e usado contra eles, pois, mais de uma vez, Aegon é dito “meio camponês” e Jon “meio selvagem”.
Mesmo em situações de maior apelo humanitário, em que suas ações são baseadas na lógica fria, a crítica não cessa. Aegon é criticado quando, durante um longo e duro inverno, envia suprimentos vitais para o norte a fim de ajudar os plebeus daquela região a sobreviver. Jon tem que lidar com o ressentimento dos irmãos da Patrulha da Noite por cada pedaço de comida que ele manda entregar aos selvagens, especialmente por parte de Bowen Marsh.
Porém, essas experiências de inserção na realidade do outro são tão transformadoras para Egg e Jon que fazem florescer neles a tendência de avaliar as pessoas por seus méritos e não por nascimento. De fato, isso leva Aegon a ascender um simples cavaleiro andante a Lorde Comandante da Guarda Real (Sor Duncan, o Alto) e Jon escolhe assistentes com base em sua habilidade e potencial, e não em seu nascimento (Gigante e Cetim).
E essa deferência coloca Aegon e Jon sob o fogo de seus adversários políticos, ainda mais quando ambos os homens demonstram tanto inabilidade para lidar com eles quanto tendência a deixar velhas queixas se acumularem às novas. Por exemplo, Jon não levou Chett em conta quando designou Sam para a posição de intendente do Meistre Aemon; bem como ignorou a erosão da boa vontade de seus homens conforme dirigia políticas em benefício dos Selvagens. Os senhores de Westeros tentaram convencer Aemon a renunciar seus votos como meistre para não permitir que Aegon assumisse como Rei, mas Aegon não fez nada para aplacar tais homens quando subiu ao trono.
3. Presságios
Existem, portanto, paralelos claros entre Aegon V Targaryen e Jon Snow em termos de tema, personalidade e caráter, apesar de que não sabemos que papel essas semelhanças irão desempenhar na trama. Dornishdame pondera que eles poderiam ser apenas mais uma indicação da herança paterna de Jon, ou chegar ao ponto de prenunciar seu reinado como um rei muito improvável.
Contudo, enquanto que todos os paralelos analisados versam sobre fatos que acompanhamos em primeira mão nos capítulos de Jon, os eventos ocorridos com Egg são, em sua maioria, retirados de relatos históricos, e não provenientes dos contos de Dunk e Egg.
Com isso quero afirmar que os paralelos analisados provavelmente pouco nos ajudarão a entender o futuro da história de Jon em “Os Ventos do Inverno” ou “Um Sonho de Primavera”. Porém, talvez sejam bastante úteis para entender o que aconteceu durante o reinado de Aegon V e, especialmente, o que levou à tragédia em Solarestival.
Com efeito, são os problemas causados por suas reformas e pelos noivados rompidos que levam Aegon a ponderar que as coisas seriam diferentes se tivesse Dragões. Essas reflexões acabariam contribuindo para a tragédia de Solarestival, na qual Aegon tentava fazer eclodir dragões dos ovos de pedra que a família Targaryen ainda possuía.
Jon Snow foi morto por quebrar novamente seus votos, estar se isolando em Castelo Negro e por se envolver no sequestro da nora do novo Protetor do Norte (o qual é uma importante fonte de apoio para a Patrulha da Noite). Jon, portanto, esvaziou-se de aliados ao sul da Muralha e deu azo ao surgimento de um motim.
Este comportamento espelha tanto aquele adotado por Aegon V em decorrência de suas reformas e das decisões conjugais de seus filhos que parece haver aqui outro paralelo: de que a tragédia de Solarestival não foi um acidente, mas fruto de uma conspiração.
Os príncipes e princesas reais estavam prometidos a Tully (Celia), Baratheon (desconhecida), Tyrrel (Luthor) e Redwyne (Olenna) e ainda que os Baratheons tenham ficado com Rhaelle, isso só ocorreu depois de uma curta rebelião da Casa, que terminou com a morte de Lorde Lyonel (autoproclamado Rei da Tempestade durante a Rebelião) pelas mãos de Sor Duncan, em um julgamento por combate.
Dessa forma, podemos imaginar que todos esses eventos devem ter lançado as sementes para que fosse criada uma aliança informal entre diversas das maiores Casas de Westeros, que culminou no plano para se livrar de Aegon e seus parentes com apenas um golpe.
Mas para saber mais sobre isso teremos que, como GRRM gosta de dizer, “continuar lendo” (keep reading, em inglês).
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